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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O Rabo do Porquinho

O Rabo do Porquinho. - De Norman Ault

O grande urso é coberto por um casaco peludo.
E o casco da tartaruga mais parece um escudo
O boi tem dois chifres, é forte e também zangado;
O porquinho tem um rabo que o faz envergonhado.

Um dente de elefante, só em ouro avaliado,
E a lesma quando anda, deixa um rastro prateado;
Mesmo velho, o papagaio não deixa de praguejar;
Pobre porquinho! Só tem um rabo para abanar

O Leão, forte e bravo, pode rugir e roncar;
A vaca, de uma vez, muito leite pode dar;
O cãozinho monta guarda, latindo como ele só;
E o porquinho, coitado? Só tem um rabo com nó!

O macaco, muito alegre, faz a gente sempre rir,
Mas o rugido do tigre, não é para divertir;
A raposa, astuciosa, a todos enganar;
Só o porco, pobrezinho, tem um rabo para o ar.

Um mundo de animais aqui poderia trazer,

Da baleia ao camundongo, quanto teria a dizer!
Porém, do pobre porquinho, que vive sempre gordinho,
Só poderia Exaltar seu divertido rabinho.

Adaptação de H.P Vieira

Quando Lili Varre

Quando Lili Varre - de Nancy Byrd Turner

Vejam como está contente a Lili,
Varrendo, varrendo aqui e ali.

Anda na sala toda faceira,
Vai a vassoura como parceira.

Não sei como a Lili não se cansa,
Quando trabalha ela também dança.

É tão engraçado o seu bailado
Que deixa tudo bem arrumado:

Às vezes parece que está valsando,
Outras parece estar cumprimentando;

Demora um pouco em cada cantinho
E quando sai deixa tudo limpinho.

E ao final ao parar de dançar,
Pode-se ver, está tudo a brilhar.

É divertido para se ver, 
Quando Lili começa a varrer.

Tradução: Edvete Da Cruz Machado